Tão antigo que ninguém sabe, ao certo, quando começou a ser cultivado.
O chá ocupou desde sempre um nicho especial, sendo em muitas sociedades considerado como algo precioso, único até, símbolo de beleza e civilização. Avaramente reservado aos imperadores e colaboradores mais próximos, que o apreciavam como um néctar dos deuses, assim revertido de uma aura especial.
De facto, ainda hoje, existe um certo encantamento, que pode começar no ritual da preparação até ao momento de ser apreciado e bebido.
A camelis sinensis, planta do chá, pertence á família das teáceas, possuindo folhas aromáticas (umas mais que outras), de forma oval e pontiaguda. No seu estado natural é uma árvore que pode ter alguns metros de altura, mas o chá cultivado permanece apenas na forma de arbusto, cuja altura é constantemente limitada pelas colheitas.
Ainda antes do nascimento de Cristo, dois grandes pensadores desenvolveram o conceito adoptado por Shên nung (a ele se deve a descoberta do chá), de que «o Universo implica um equilíbrio de princípios opostos», transformando-o no unificado conceito da espiritualidade e da medicina ervanária. Enquanto isso, Confúcio (551-479 a.c.) sublinhava a importância dos predicados morais do Homem, concretizados na benevolência, justiça, sabedoria e uma verdadeira sinceridade. Lao Zi destacava a premissa de que o Homem civilizado aceitasse a inevitabilidade do natural equilíbrio Yin-Yang, ou seja, as duas forças iguais mas opostas da natureza.
… A ênfase era sempre a prevenção da doença, não a sua cura!…
Pretende este workshop focar e transmitir elementos que possam ajudar na escolha e na preparação do chá, bem como nos benefícios dos mesmos.

QUEM?
Com José Pereira – Agulha do Tempo

O QUÊ?
Oficina de Degustação de Chá

DURAÇÃO
90 minutos

PARA QUEM?
Maiores de 8 anos

QUANDO?
18 de janeiro, 2020
16h00

ONDE?
Galeria Cava – Rua D. Duarte, n.º53

INSCRIÇÃO GRATUITA
cava.galeria@gmail.com

Lotação limitada, sujeito a reserva